Superação de traumas e Microfisioterapia

Experiências traumáticas deixam marcas seja em grande escala seja em nossos lares e família, que podem passar de uma geração a outra. Também imprimem marcas na mente, nas emoções, na capacidade de desfrutar de alegrias e prazeres e no nosso sistema biológico e imunológico. O trauma afeta não só as pessoas que o sofreram mas também as pessoas que o rodeiam.


Uma criança exposta a violência familiar, encontrará na vida adulta dificuldades para estabelecer relacionamentos estáveis e baseados na confiança. É importante salientar que cada indivíduo interpreta e absorve determinados acontecimentos de forma diversa. O organismo pode reter aquele trauma e desestruturar os sistemas, seja ele biológico quanto físico ( embora saibamos que não existe dissociação dos sistemas, todos trabalham em conjunto e se afetam mutuamente), enquanto que outro individuo pode não ser impactado da mesma forma em relação à exposição ao mesmo trauma.


Embora todos desejem deixar o trauma para trás , a parte do cérebro dedicada a garantir a sobrevivência pode ser reativada ao menos sinal de perigo, mesmo muito tempo depois de ter acontecido, é como se fosse um programa que está instalado no cérebro e gera, a partir desse sinal de perigo, uma série de estimulações hormonais e de neurotransmissores levando muitas vezes a sentimentos e sensações desagradáveis que são relatadas como incontroláveis por aqueles que relatam passar por essa experiência.


A Microfisioterapia atua exatamente nesses programas que são ativados a partir de um sinal reconhecido pelo seu cérebro como algo perigoso, e a partir da correção dessa questão, o corpo não mais agirá da mesma forma, não identificando esses sinais de perigo antes presentes e portanto não apresentando mais sintomas incontroláveis, mesmo que aparentemente sejam leves, eles estão causando um grande prejuízo no organismo e nas questões relacionais e existenciais.